Parece que a aceleração é mais do que constante. É uma corrida e a cada passo um desafio. De ressignificar. De recomeçar. Parece esporte. Uma olimpíada para superar os tempos anteriores, especialmente na clássica dos 100 metros.

O problema é o preparo físico e mental, exige demasiadamente. Passa tão rápido, que não dá para ver o caminho, nem ninguém. E cansa. Só não pode perder o foco: concluir a prova. Mas antes da chegada, há tanto o que fazer, principalmente não sentir o caminho estreitar. É preciso tanta coisa antes de chegar. Será possível fazer o trajeto inverso? Só para adiar um pouco…

Planos, são muitos. Estratégias, todas as possíveis. Coragem? Cuidados… A chegada se aproxima. Haverá um amanhã para comemorar? Há tanto para comemorar, com ou sem adversários. Nessa altura do campeonato, não importa. Pena que o pódio dura pouco. É curto o espaço de tempo, o intervalo entre as provas é pequeno.

Vida de atleta nem sempre é estrelato. É superação. Mas a vitória sempre vem…