Li esse post no blog Casa Amarela 140, da Silvia, e fiquei pasma com o conteúdo.

Impossível as pessoas não se notarem, não se perceberem. Às vezes, um oi ou um sorriso são suficientes para mudar o humor de muita gente.

Como escrevi no comentário, as pessoas ligam o automático e esquecem que o companheirismo, a troca de experiências, o simples fato de saber se alguém está bem faz uma diferença tamanha em meio a nossa correria diária em busca de tudo, seja no trabalho, nos estudos ou na vida pessoal.

Este assunto me fez liga-lo a um pensamento que tive no caminho da redação, pela manhã. Além de se notar, as pessoas precisam se importar mais com os outros. Não no sentido de fofoca ou de controle à vida alheia, mas no quesito educação e solidariedade mesmo. Na realidade, meu pensamento começou neste domingo, enquanto assistia uma aula no CFC. Se precisamos de habilitação para dirigir, deveríamos ser habilitados para andar de transporte coletivo.

Não sei se daria certo. Minha instrutora comentou que os motoristas de ônibus passar por testes em que ficam em pé dentro de um ônibus, com uma parte do corpo amarrada, de olhos vendados, ou com sacos de arroz em um dos braços, como se fossem deficientes físicos ou mães com criança, para saber o que as pessoas enfrentam no dia-a-dia em um coletivo. (Muito deles são heróis, não é nada fácil o transporte público em São Paulo). Apesar de muitos motoristas esquecerem a lição, é uma alternativa para melhorar qualidade e o tratamento do serviço.

Voltando ao meu pensamento de hoje cedo, acho que muita gente poderia passar por esse procedimento. Começando com aulas básicas de educação e cidadania, já que infelizmente muitos não recebem em casa ou pularam essa parte no aprendizado, e terminando com aulas práticas como as dos motoristas.

Não sei, ando tão revoltada com a condução e as horas inaproveitáveis e estressantes com a falta de educação de muitos…

Gente, vamos colaborar? Cada um fazendo sua parte, que tal?