Essa febre de Big Brother, experiências vividas por mim nos últimos tempos, análises que tenho feito durante essa minha fase mais recatada, de mais observação, têm me levantado alguns questionamentos, entre eles, a falsificação de gente.
Por que existe tanta falsidade? Porque as pessoas não estão prontas para a verdade. A verdade é como o clima, muda, tem nuances. Um dia você está feliz de verdade, no outro está chata de verdade e, no outro, quer ficar sozinha de verdade. Tem gente que não aceita não, não aceita rejeição, não aceita nada que não seja o que ela espera. São pessoas com baixa tolerância à frustração. Magoam-se. Ofendem-se. E, imediatamente, partem para a agressão e a vingança.
É o cara que dá um soco na frentista que disse apenas que ele não poderia deixar o carro no posto de gasolina do patrão. O irmão que mata outro por causa de uma partida de futebol. É a mulher que corta o membro do marido que cometeu uma traição. Gente mesquinha, passivamente arrogante, travestida de gentil que só mostra educação quando recebe o que espera. Quando o outro diz não, ela abre a jaula do leão. E ataca.
Tudo bem, é comum ouvir: “eu sou um ser humano, tenho minhas vontades”. Mas será que é difícil entender, depois de levar um tapa da vida em situações que insistimos e não obtivemos sucesso, que nem sempre tudo é quando e como a gente quer?! Será que nunca ninguém estragou o dia de alguém por um mísero detalhe que não deu certo, apesar do restante ter dado? (Eu sei que estraguei muitos quando me apegava à detalhes e à perfeição de certas situações, às vezes, ridículas). Não digo que não temos que insistir às coisas que almejamos, mas temos que nos adaptar ao que nos chega. É que nem no filme “Todo Poderoso”, quando “Deus” faz todos ganharem na loteria ou quando “Ele” responde os e-mails com um “sim” para todo mundo.
Por isso gosto tanto de gente verdadeira. De gente que fica de mau humor num dia, que rosna, que sorri, que faz de tudo. Essas pessoas são reais. É melhor desconfiar de quem está sempre sorrindo e fazendo a boazinha. Acredito que quem é (ou tenta) ser 100% de um jeito, não é verdadeiro. Faz tipo. Na natureza só a mudança é constante.
Março 20, 2008 at 3:26 pm
” É melhor desconfiar de quem está sempre sorrindo e fazendo a boazinha.”
Pior que é verdade… Falsidade é uma das coisas que mais detesto também, bem, quem não odeia? Mas a falsidade infelizmente faz parte da vida, cruzamos com muitas pessoas falsas no trabalho, na faculdade, na família, na vida. O que me incomoda mais, é quando você recebe um golpe de quem menos esperava. Mas, azar o delas. São elas que estão perdendo, sendo assim. Não sei o que falta tanto a essas pessoas…
Cu, tá muito sumida hein?? Nem passa mais no meu blog! =P
Como estão as coisas? Estágio, facul, Fernando, vida? ^^
Beijão, se cuida!
Março 22, 2008 at 12:02 pm
É cada mesquinharia que eu acho rídiculo, o problema é que não paramos para nos avaliar. A culpa sempre é dos outros. É mais fácil assim.
Vc mudou de celular?
Bjs
Março 26, 2008 at 1:40 pm
Concordo com você!
É muito mais fácil mostrar quem é realmente ou viver atrás de uma máscara?
Lógico que para alguns a máscara é algo correto, um meio de proteção.
Mas ser verdadeiro vai além disso, mostrar seu verdadeiro lado é dar a cara a tapa e dizer quem realmente é sem ter medo.
Beijos