Se a gente for pautar nossa felicidade a partir das justiças e injustiças da vida e de tudo, estaremos condenados ao calabouço dos infelizes. Toda essa midiosfera que nos envolve está cheia de exemplos, a começar pela política, e por aí vai. Porém, citá-los aqui seria um livro sem fim.
Só que a Justiça e a Lei não são o que temos em mente. Penso que há duas soluções: lutar pelos ideais coletivos nos quais acreditamos, de maneira sensata; e ampliar os horizontes e desfocar os olhos das coisas que nos causam irritação, incômodo, inveja.
Nós comemos comida estragada? Produtos vencidos? Não – a não ser que não nos preocupemos com a data de validade. Então, não podemos, não devemos consumir nada em nenhum meio que não seja bom para nós, também na comunicação.
É bem como meus professores e colegas de profissão falam: “não gostou? Mude”. Mudemos o canal, mudemos o mundo, mudemos o jeito de pensar. Não é nos destruindo ou eliminando o objeto que nos é incomodo que vamos melhorar. E afinal, é para isso que estamos aqui. Para melhorar. Não vale morrer pior do que quando nascemos.
Como dizia Guimarães Rosa, ” a gente morre pra provar que viveu”. É bem por aí.
Março 9, 2008 at 1:46 am
A vida às vezes parece uma constante luta – e não é? – e cansa. O jeito é não deixar a peteca cair, mas sabemos que isso às vezes não é tão fácil. Mas a gente vai indo… aos trancos e barrancos. Bom mesmo quando tem alguém do seu lado que ajuda as coisas serem mais fáceis, que muda o mundo com você, muda seu mundo.
A gente tenta. Lá no fim a gente vê se deu certo.